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Shifter na Antena 3

No domingo, 9 de Março, às 10 horas, estreou na Antena 3 o Da Missa A Metade, um talk show conduzido por Xana Alves, cheio de fé na actualidade, no futuro e nas novas tendências. “Não negarás o mobile pois ele é o futuro” foi o mandamento do primeiro programa, que contou com a participação especial do Shifter!

A Xana Alves fez-nos o convite e nós aceitámo-lo de imediato. O João Ribeiro e o Alexandre Couto sentaram-se numa manhã primaveril de domingo, nos estúdios da Antena 3, com o Luís Soares, um dos responsáveis pelo MEO Kanal, e com o Eduardo Pinheiro e o Domingos Bruges, respectivamente CEO e CTO da Muzzley. Juntos falaram de selfies, de privacidade, de Facebook, de second screen, de wearables, de MWC e de drones.

Uma conversa descontraída que pode ouvir em podcast aqui em baixo!

Todas as fotos em www.shifter.pt.

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Mobile World Congress 2014: o Shifter vai a Barcelona!

O Mobile World Congress é o maior evento de telecomunicações e mobile do Mundo. Acontece todos os anos em Barcelona. Mas à edição deste ano o Shifter não poderia faltar. É verdade: de 24 e 27 de Fevereiro estaremos em directo na capital da Catalunha para te contar tudo do que lá se passará. Destaque para a apresentação do Galaxy S5 da Samsung e para a conferência com Mark Zuckerberg no dia 24.

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Mas haverá mais, muito mais. A Nokia, por exemplo, falará do seu primeiro smartphone com sistema operativo Android. Veremos ainda o Blackphone, o telemóvel à prova de NSA.

Poderás acompanhar tudo em www.shifter.pt/mwc.

Shifter + GO Youth Conference

A edição de 2014 da GO Youth Conference acontece dias 15 e 16 de Março. Trata-se de uma conferência sobre empreendedorismo jovem, start-ups e inovação. Entre os oradores confirmados, está um dos pais da Siri (sim, aquela cena falante do iPhone), o fundador do Scan e um dos homens fortes do SoundCloud.

A melhor parte: o Shifter será o BLOGUE OFICIAL e um dos principais parceiros desta grande iniciativa. Sabe tudo aqui: www.shifter.pt/?p=10364.

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Andámos desde Novembro a preparar tudo isto. É com muita satisfação que hoje coloco este anúncio cá fora. Esta parceria do Shifter com a GO Youth Conference é uma das muitas novidades preparadas para este 2014. Muitas mais a caminho!

www.goyouthconf.com

www.shifter.pt

Shifter: Keep Up The Hype

O Shifter é uma aposta na actualização constante e num conteúdo original sempre feito a pensar nos leitores. Começou como Hype, mas o hype está sempre em mudança. O momento foi substituído pelo instante. A nova imagem do Shifter representa isso. Um blogue que ganhou cor e contraste. Que cresceu e ganhou profundidade. Que ao focar cada vez mais e ganhou uma essência. Esta imagem complementa as ambições do projecto e faz justiça à influência e reconhecimento que obteve.

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A tendência é a das tendências. As plataformas mudam, os produtos revolucionam e a informação vive. O hype está no Shifter. O conteúdo e a opinião estão no Shifter. O que está happening também está no Shifter. E tudo isto está num blog icónico, dinâmico e elegante.

O Shifter é um blogue independente. É tech, brands, web e culture. É a certeza de que a única constante é a mudança. É a resposta a uma necessidade cada vez maior de informação.

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No Facebook, www.shifter.pt/shifterpt.

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Uma nova homepage, www.shifter.pt.

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O EP dos élan tem 18 minutos

Já uma vez tinha falado dos élan neste blogue, mas recupero o tema porque os cinco rapazes têm um EP. Chama-se Dezoito, tem 18 minutos e foi lançado no final de Novembro em formato digital. Uma versão física está prometida para breve.

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Depois de não sei quantos meses a tocar juntos, do lançamento de um single (a “Trovão”) e de alguns gigs, eis que sai cá para fora este Extended Play. Dezoito foi gravado e mixado pelos élan no Anexo. Andy Jackson (google it) masterizou as quatro músicas. A “Sótão” abre o EP, a “Mais um Dia” (o single) encerra-o, a “Ultravioleta” e a “Má Viagem” fazem o trajecto. Podendo, é ouvir. E é muito isto.

Os élan são cinco maduros dos quatro cantos de Lisboa. O nome da banda escreve-se com letra minúscula e lê-se tipo “de que tecido é essa camisola?”, “é lã”.

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Há uma semana, apresentei o Shifter como sendo o novo Hype. Todavia, esse lançamento foi apenas o início de algo que será muito maior, mas que por agora ainda é pequeno. O Shifter não é só o novo Hype. Novidades a 15 de Dezembro.

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O Hype agora é… Shifter

Na última quinta anunciei a morte do Hype, mas não a do blogue. Este está de regresso, 4 dias depois, com um novo nome e uma nova morada: Shifter, www.shifter.pt. O lançamento do Shifter é o início de uma nova etapa da vida do blogue.

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Shifter significa, de certa forma, mudança e essa acontece todos os dias. A cada segundo, há algo novo a acontecer, algo a ser falado, algo a ser comentado. O Mundo não pára e o Shifter também não. O Shifter é um blogue em mudança contínua, com conteúdo novo todos os dias: tecnologia, marcas, marketing, publicidade, criatividade, digital, web, cultura, música…

http://www.shifter.pt
http://www.facebook.com/shifterpt
http://www.twitter.com/shifterpt
http://plus.google.com/116852028338908522789
http://www.instagram.com/shifterpt

O Shifter representa uma nova fase do ex-Hype. O Hype não nasceu como um projecto sólido, mas sim como uma mera brincadeira. Uma brincadeira que ganhou dimensão, que cresceu e que se definiu. No fundo, o Hype foi a infância e a adolescência do blogue, que hoje está nos seus 20/25/30 anos a saber o que é e o que quer.

O Shifter apareceu hoje em Helvetica brancos com fundo preto. O logo e toda a restante identidade visual está a ser ainda desenvolvido e em breve existirão novidades quanto a isso. A equipa que faz o Shifter é ainda maior. A partir de hoje, é esta:

Coordenador: Mário Rui André
Vice-Coordenador: João Miguel Dordio

Editores: João Miguel Dordio (Tech); Carla Coutinho (Brands); Mário Rui André (Web); Rita Pinto e Alexandre Couto (Culture)

Colaboradores: Henrique Mota Lourenço; Raquel Rebelo; Maria Rita; Pedro Rebelo Pereira; João Pimpão Martins; Pedro André Esteves; Cátia Borrego; José Crespo; Miguel Duarte Leal Machado

Designer: João Ribeiro
Criativo: Tiago Silva

Até sempre, Hype

Hoje é um dia estranho. Um ano e meio depois, digo adeus ao Hype. O blogue que criei em Junho de 2012 foi esta tarde desactivado, mas não enterrado. É tempo de crescer, de evoluir. E, por isso, o Hype regressará em breve com um novo nome e uma nova força.

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O www.hype.com.pt nasceu há 1 ano e meio. Aquilo que começou como uma pequena brincadeira, rapidamente ganhou uma dimensão respeitada. Arrisco a dizer que o Hype se tornou num dos melhores blogues portugueses – e o único a juntar tecnologia, marketing, web e cultura, e a abordar desses temas para a pessoa comum (e não para os gurus).

O blogue conquistou 2 200 mil seguidores no Facebook, 100 no Twitter, 40 no Instagram e os primeiros lugares da pesquisa orgânica do Google.

Não quero fechar este post sem um esclarecimento sobre quem faz o Hype.

Coordenador: Mário Rui André
Vice-Coordenador: João Miguel Dordio

Tech Editor: João Miguel Dordio
Web Editor: Mário Rui André
Brands Editor: Carla Coutinho
Culture Editors: Rita Pinto e Alexandre Couto

Colaboradores: Henrique Mota Lourenço, Raquel Rebelo, Maria Rita, Pedro Rebelo Pereira, João Pimpão Martins, Pedro André Esteves

Designer: João Ribeiro
Criativo: Tiago Silva

Novidades em breve!

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Real Hugo Veiga Sketch

O antigo escsiano regressou às suas origens para mostrar que, apesar do estado do mercado de trabalho em Portugal, nem tudo está perdido. Mais que não seja porque é sempre possível mudar de país.

Quando o simples amor pela arte não consegue preencher a lacuna provocada pelas necessidades económicas, há que optar por alternativas. Hugo Veiga, 33 anos, antigo aluno da ESCS e autor da campanha publicitária que percorreu o mundo – Dove Real Beauty Sketches – sonhava ser “um artista pago”. “Desde pequeno sabia que ia fazer alguma coisa ligada às artes”, afirma. “No entanto, sempre que me deparava com a figura do típico artista – homem meio barbudo, mal vestido – percebia que eram pessoas que, na sua maioria, não estavam bem na vida. E eu pensei: Fogo! Isto não dá nada!” A área da publicidade veio concretizar o seu desejo e, agora, mesmo com alguns dissabores, encara uma carreira de prémios e reconhecimento.

Mesmo assim, para o copywriter – actualmente a trabalhar no Brasil para a empresa Ogilvy – os seus projetos vão para além da tão importante barreira monetária. “Existe, cada vez mais, uma procura por diferentes formas de expressão no ramo que fujam aos meios tradicionais de um anúncio de revista, de um filme de televisão ou de um spot de rádio. Vamos para onde as pessoas vão. Tentamos quebrar os paradigmas da publicidade convencional para fazer algo que as surpreenda”, afirma. Tal como em qualquer forma de arte, é fundamental a existência de um forte elo de ligação entre o produto e o consumidor. “Quando as nossas ideias partem de uma informação verdadeira, uma informação proveniente da vida concreta das pessoas, existe uma grande probabilidade de essas mesmas pessoas criarem um vínculo forte com o projeto”, afirma. “ É necessário pensar mais como um artista e menos como um publicitário.”

No interior do estúdio de televisão da ESCS ouve-se apenas a voz de Hugo Veiga. Sem dúvida, um lugar mais tranquilo em contraste com a sua manhã de rock star, recheada de entrevistas e encontros com antigos conhecidos. Veio até à escola, que o formou em Publicidade e Marketing há 12 anos, no âmbito de inspirar, com o seu trabalho, os futuros profissionais na área. “Portugal, neste momento, não é um mercado atrativo. A minha ideia sempre foi ter uma experiência fora e depois regressar para implementar os conhecimentos que conseguisse adquirir no estrangeiro. Só que neste momento o mercado está deprimido, está em crise”, afirma. O publicitário defende que cabe aos jovens alterar esta situação. “É possível fazer muito com pouco. É possível marcar a diferença com nada. Não é um investimento que vai fazer com que consigas mostrar o teu talento. Só é necessária uma boa ideia. Em qualquer que seja a área, esse é o segredo. Tens de te conseguir vender da melhor forma que souberes. Tens de olhar para ti como uma marca e pensar: Como é que eu vou conseguir gerar interesse no meu trabalho?”. Neste sentido, considera que a ESCS é um apoio fundamental, uma vez que, em princípio, esta oferece aos seus alunos todo um leque de experiências. “Os estudantes têm de perceber que durante o seu percurso pela faculdade é fundamental rentabilizar ao máximo o tempo. Não ser um simples aluno, que vem somente assistir às aulas e que apenas se distingue dos outros pela sua nota. Ter uma boa média, neste momento, não adianta de nada.”

A sala é pequena e parcialmente iluminada. A figura de Hugo Veiga assemelha-se à de um santo no altar, repleto de luz e venerado pelos jornalistas. Contudo, o seu ar descontraído não parece ser minimamente afetado. O sorriso sempre presente rasga-se ainda mais quando o tema de conversa gira em torno do termo ”criatividade”.

“ Tens de fazer a diferença até quando é uma empresa a fazer um pedido. Mesmo que se trate de um trabalho mais teórico, podes ser criativo na forma em como o apresentas. No entanto, se te derem liberdade para criares algo, tens de tentar dar o teu máximo. É verdade que existe uma limitação de tempo, mas essa é uma máxima ao longo de qualquer carreira. Já trabalhei em campanhas em que comecei a criar à uma da manhã e apresentei o resultado às nove da manhã”, afirma. Não será portanto de estranhar que este publicitário tenha sido galardoado, o ano passado, com um dos maiores prémios da área da criatividade – Cannes Lions. “ Subi ao palco de calções. Toda a gente me gozou por causa disso. Supostamente deveria ter ido mais arranjado. Mas olha, este ano, se ganhar, acho que vou de calções outra vez”, afirma por entre uma gargalhada.

Com o seu sotaque nortenho limado pela longa estadia no Brasil, Hugo Veiga lamenta que os actuais estudantes não se foquem tanto na parte da criação. “ Quando eu estava na ESCS este era o objectivo da maioria dos alunos. Hoje em dia, parece que não. Já não têm tantos projectos nem uma dinâmica criativa tão forte, no que respeita aos núcleos. Mas é importante compreenderem que isso é essencial uma vez que é aquilo que os vai diferenciar dos alunos de outras faculdades.” Apesar de ter a noção de que criar um projecto na faculdade pode não ser algo assim tão fácil, explica que “existem os alunos e os escsianos. Os escsianos são aqueles que aproveitam todas as coisas que a escola tem para oferecer. Os alunos que se tornam escsianos só têm a ganhar com isso, uma vez que saem da faculdade com projectos palpáveis. Vão ter mais do que uma folha de word com uma nota.”

Pensar em Hugo Veiga como uma pessoa sem projectos futuros é quase uma calamidade. Imaginação não falta. Falta sim, vontade para além da sua. No entanto, gerir o seu próprio negócio não se encontra entre os seus próximos planos. “Neste momento prefiro trabalhar para ter ideias. É isso que me faz levantar da cama de manhã”, afirma. Mais tarde, quem sabe, volta para território nacional. “Portugal é sempre o plano B.”

in ESCS Magazine, Junho de 2013
por Raquel Rebelo, Carla Coutinho e Mário Rui André

[button size="small" url="http://hype.mruiandre.com/2013/05/dove-real-beauty-sketches/" text="Sobre o Dove Real Beauty Sketches"]

[button size="small" url="http://hype.mruiandre.com/2013/05/a-conversa-com-hugo-veiga/" text="Entrevista a Hugo Veiga no Hype"]

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Luís Medeiros, Guilherme Correia, Rafa Traquino, José Crespo e Miguel Teixeira são os élan. Juntaram-se no ano passado para fazer rock em português e lançaram no início deste mês o seu primeiro single. Intitula-se “Trovão” e foi gravado no Anexo, o “estúdio” de ensaios da banda, que fica em Queluz.

Em francês, élan é um impulso, um sentimento de energia e entusiasmo. Em português, élan é isso e o nome de uma nova banda lisboeta de rock. Formados em 2012, os élan são o Luís Medeiros (voz e guitarra), o Guilherme Correia (guitarra), o Rafa Traquino (bateria), o José Crespo (teclas) e o Miguel Teixeira (baixo).

Ainda sem nenhum disco editado, ensaiam semanalmente numa pequena sala, o Anexo, em Queluz. “Praticamos róque em português. Sem merdas”, dizem eles. “Trovão” é o nome do primeiro single, disponível desde 1 de Abril gratuita e legalmente na internet.

Recentemente, os élan estiveram no Produto Nacional, um programa da Rádio Secundária Camões, apresentado por Miguel Villa Brito. Em formato acústico, tocaram o single “Trovão” e um outro tema, intitulado “Má Viagem”, e ainda um cover do “Riot Van” dos Arctic Monkeys (Whatever People Say I Am, That’s What I’m Not, 2006).

Enquanto não o EP não chega, os élan prometem algumas actuações ao vivo (a próxima será na Escola Superior de Comunicação Social, em Lisboa, dia 9 de Maio) e o videoclipe do “Trovão”.

Artigo publicado também em http://wtmo.fm/2013/04/elan.